Luis Cidade Vence 4 Horas SSV de Fronteira

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Luis Cidade foi o grande vencedor das 4 Horas SSV de Fronteira, prova que terminou há pouco na vila alentejana e que serviu para ‘abrir o apetite’ para o ‘Main Event’ deste fim de semana, as 24 Horas TT Vila de Fronteira, prova que decorre neste momento.

O piloto da Milfa foi um dos muitos corajosos que decidiram correr a solo nesta prova, que se não tem uma duração de tempo exacerbada, decorre num circuito fechado de mais de 20 quilómetros, que volta pós volta se vai degradando significativamente e tornando a condução sempre mais dura.

Ainda que tenha largado da pole position, Luis Cidade perdeu o controlo da prova na fase inicial, sendo superado por dois adversários. Pedro Carvalho tomou a liderança mas não foi por muito tempo, já que na sequência de um despiste, perdeu uma roda e foi forçado a abandonar.

João Monteiro herdou a liderança, mas não conseguiu suster o forte ritmo de Luis Cidade, que ainda antes do meio da corrida já tinha reassumido o primeiro lugar. O piloto do Porto, confortável na frente, começou a gerir o ritmo certo a impor no seu Can-Am Maverick XRC. Sem dificuldades de maior, foi abrindo distância para os seus adversários, concluindo uma merecida vitória com 7m12.478 de vantagem sobre o 2º classificado, Vítor Santos.

Estas quatro horas foram, realmente, muito duras, dizia Luis Cidade no final. Os carros sofreram muito porque o terreno já estava bastante partido. Tentei gerir a corrida até ao fim. Sabia, mais ou menos, onde estavam os meus adversários e tenho de agradecer à minha equipa, a Can-Am Offroad e à Maxishocks porque as suspensões estavam muito boas. O balanço é muito positivo. A partida correu-me mal porque perdi três ou quatro posições mas consegui ir atrás do prejuízo e ganhei. Foi a terceira participação. Na primeira fiquei no terceiro lugar. No ano passado desisti e como à terceira é de vez, agora ganhei.

Vítor Santos garantiu o 2º lugar depois de uma excelente prova em Fronteira. Depois de saír para a corrida na 5ª posição, problemas mecânicos forçaram-no a parar nas boxes para tentar reparar o Bombardier Can-Am Maverick X3 XRS. O piloto, que também correu a solo, retomou a corrida, impondo forte ritmo até final. Concluiu na 2ª posição e só soube que tinha atingido esse nível de performance quando chegou à sua boxe.

Andei sempre a atacar. Sem informação nenhuma, já não quis poupar e, sem saber, acabei em segundo”, disse Vítor Santos.

Na terceira posição, ficaram o trio António Félix da Costa/Tiago Monteiro/João Teixeira, aos comandos o Can-Am XRS inscrito pela JB Racing/Rich. Depois de uma notável corrida, estes três pilotos, inexperientes nestas andanças do TT, iniciaram a prova no 27º lugar e com forte evolução foram galgando posições na tabela classificativa. Chegaram ao derradeiro lugar do pódio, a pouco mais de 30 segundos do 2º classificado. Notável!

Conseguimos um óptimo resultado, disse António Félix da Costa. Superou as expectativas. Qualificámos em 27º depois de darmos três voltas, cada um, ao circuito que não conhecíamos. Levámos uma tareia e fomos para casa a coçar as cabeças. Fizemos alguma trabalho de casa, vimos uns vídeos e hoje entrámos no circuito com outra confiança.

Sérgio Baptista concluiu a corrida na 4ª posição. Aos comandos de um Bombardier Can-Am Maverick inscrito pela Benimoto Racing Team, este foi outro dos pilotos que assumiu a solo esta aventura.

Líder na fase inicial, João Monteiro acabaria por fechar o top cinco. O campeão em 2018 não conseguiu levar até ao fim o bom ritmo inicial no Can-Am X3 XRS do Sharish Gin Racing Team.

Nas restantes posições do top 10 ficaram; Filipe Cameirinha/Reinaldo Varela/Nuno Cavaco (Bombardier Can-Am Maverick), Bruno Martins (Rage Comet R), Pedro Mendonça/Pedro Repolho (Can-Am Maverick XRS), Avelino Luís (Bombardier Can-Am Maverick) e José Manescas/Pedro Manescas (Yamaha YXZ 1000 R).

Fotos: Oficiais

Luis Cidade na Pole Para 4 Horas SSV de Fronteira

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Luis Cidade

Com 86 inscritos na classe SSV, as 4 Horas TT de Fronteira são já um sucesso a todos os níveis, dentro do programa das 24 Horas TT Vila de Fronteira. Hoje disputaram-se os treinos cronometrados para a corrida que se realiza amanhã de manhã, com Luis Cidade a ser o mais rápido, colocando o Can-Am Maverick na pole position (9m24.987).

Atrás do jovem piloto do Porto ficou João Monteiro. O campeão nacional da categoria em 2018 foi 10.696s mais lento, ao volante do Can-An X3 XRS, sendo seguido na classificação pelo atual detentor do título Pedro Santinho Mendes, este a 11.283s no Can-Am Maverick.

João Dias foi 4º num Can-Am X3, seguido de Vítor Santos em Bombardier. Nas restantes posições do top 10 ficaram ainda; Pedro Carvalho (Can-Am X3), Aloísio Monteiro/Manuel Inácio (Bombardier), Nuno Fontes (Can-Am Maverick), Lourenço Rosa (Can-Am Maverick) e Avelino Luís (Bobardier).

A prova tem início amanhã, com a partida agendada para as 8 horas da manhã.

Foto: Oficial

X-Raid Garante Pole Position Para 24 Horas TT de Fronteira

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A X-Raid está na pole position para a edição deste ano das 24 Horas TT Vila de Fronteira, que tiveram há pouco a sessão de treinos cronometrados. O Mini-JCW de Michele Cinotto, Michele De Nora, Carlo Cinotto, Pietro Cinotto e Maurizio Dominella foi o mais rápido da sessão ao cronómetro, registando uma volta em 9m35.961s ao percurso com mais de 21 quilómetros.

Atrás dos italianos, a 8.265 segundos, ficou o AC Nissan Proto de Alexandre Andrade, Cédric Duplé, Yann Morize e Alexandre Deaujon, que havia efetuado o melhor tempo na sessão, mas devido a uma penalização de 10s (art 11.7), foi relegado para trás do Mini.

A 3ª posição foi para o BMW Proto com Pedro Dias da Silva ao volante, que fez uma volta em 9m50.659 (+14.698s). O piloto de Tomar faz equipa nesta prova com Adam Bomba, Lukas Zoll, Mikotaj Otto e Jacek Sobon.

As restantes posições do top cinco foram ocupadas por, Ricardo Porém/Nani Roma/Laurent Polleti/Ronald Basso/Franck Cuisiner em MMP Evo e Thomas Morize/Alexis Detienne/Stephane Duple/Loic de la Taste em Rivet Polos.

Foto: Oficial

António Félix da Costa Experimenta Sensações de TT em Fronteira

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Entre as 86 equipas participantes participantes às 4 Horas TT de Fronteira está uma que se destaca. Não que isso se deva a um background relevante entre os ‘habitués’ dos SSV mas sim porque se trata de um trio de pilotos, dois deles sobejamente conhecidos na alta roda do automobilismo mundial. António Félix da Costa e Tiago Monteiro são dois dos melhores ‘cartazes promocionais´da bandeira portuguesa no mundo dos desportos moorizados, que este ano decidiram ir até Fronteira para fazer a corrida reservada aos SSV. O outro membro da equipa é o simpático irmão do António, João Teixeira, também ele um muito talentoso piloto.

António Félix da Costa, ex-piloto da BMW no DTM e Fórmula E e atualmente inserido na equipa DS Techeetah, no campeonato ABB Fórmula E, onde faz equipa com o bi-campeão em título da disciplina, Jean-Eric Vergne, decidiu tirar o Can-Am Maverick XRS da garagem, para se vir divertir em muito boa companhia.

“Acho que nunca me senti tão mal preparado para uma prova em toda a minha carreira. Não sabia para que lado é que eram as curvas, não sabia nada. É uma experiência completamente nova para mim, nunca tinha feito nada assim”, dizia em tom de brincadeira António Félix da Costa, após as primeiras voltas ao traçado à volta do Terródromo de Fronteira. “Podemos comparar isto ao Nürburgring Nordschleife, que é um circuito com cerca de 21 quilómetros e muito difícil de decorar. Mas para os circuitos temos simuladores, vídeos, aqui a grande dificuldade é decorar para que lado são as curvas e há muitas zonas cegas em que quem conhece passa a fundo e quem não conhece não”, dizia o piloto que ainda partilhava uma opinião muito própria sobre as diciculdades do terreno. “Aqui o terreno muda de volta para volta, os regos vão ficando mais fundos e são essas pequenas coisas em que eu não tenho experiência: como é que vou abordar os regos, mais depressa, mais devagar, por fora, por dentro? Devo entrar a travar, a acelerar? Não tenho noção e é muito fácil errar”.

Tiago Monteiro já tinha experimentado as sensações de correr em Fronteira, mas na prova de 24 horas propriamente dita. Nunca tinha andado de forma relevante num SSV e aparentemente ficou ‘cliente’. “É a primeira vez que estou a conduzir um SSV e é incrível. O carro permite fazer muita coisa, é muito intuitivo e fácil de chegar a um bom nível”, referia o piloto do Porto depois das primeiras voltas no Can-Am Maverick XRS.

“A pista é muita rápida, mas também tem zonas cegas onde não sei o que vem a seguir. Além disso, a cada volta que damos o piso degrada-se muito”, disse Tiago Monteiro, que já havia participado das 24 Horas de Fronteira em 2002. “A minha experiência de competição ajuda-me na leitura do terreno. O Nürburgring Nordschleife é o que se aproxima mais disto, ou seja, vinte e tal quilómetros e muitas curvas que temos que decorar rapidamente, onde há um bocadinho essa leitura do terreno”.
O ambiente especial que se vive na prova alentejana é algo cativante, nas palavras de Tiago Monteiro. “É uma festa do TT muito grande, já há muitos anos que recebe muita gente de fora porque é um evento grande. Desde que chegámos aqui temo-nos cruzado com muitas pessoas conhecidas, amigos que não vemos há muito tempo, alguns dos circuitos, outros dos ralis. Todos gostam de vir a esta festa do desporto, isso faz parte do ambiente”.

Finalmente, também nesta equipa está João Teixeira, um dos fieis acompanhantes de António Félix da Costa, também um dos seus principais fãs. O João acompanhava o António para todas as corridas na sua formação como piloto de karting. Além disso, ele próprio é um excelente piloto que, embora não tenha tido muitas oportunidades, brilhou no seu percurso, não só no karting como também com vitórias nos anos em que participou no Troféu Mazda MX-5.

Fotos: Oficiais

Baja TT Vindimas do Alentejo É Novidade E Abre Campeonatos em 2020

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Já com data definida para a sua realização em 2020, entre os dias 7 e 9 de fevereiro, a Baja TT Vindimas do Alentejo será a etapa de abertura do Campeonato de Portugal de Todo o Terreno, além de servir de palco à Taça de Portugal da Federação de Motociclismo de Portugal.

A prova é organizada pelo CPKA (Clube de Promoção de Karting e Automobilismo) em colaboração com a Secção de Motorismo da Sociedade Artística Reguenguense, esta última uma estrutura com mais de 30 anos de experiênica em provas de todo o terreno.

“É com enorme orgulho, que anunciamos a data para o arranque da Baja TT Vindimas do Alentejo para os dias 7, 8 e 9 de fevereiro. Esta será a prova inaugural de 2020 do TT, tanto da FPAK como da FMP, e quero deixar o meu agradecimento a ambas as Federações pela confiança depositada em nós”, disse na apresentação do evento, Humberto Silva, Presidente do CPKA, para quem estas novidades são o culminar de muito trabalho e esforço na montagem da prova. “Estamos certos, que o protocolo celebrado com a SAR será também uma enorme mais-valia para a nossa prova e estamos confiantes que temos todas as condições para realizar uma Baja de grande nível e que seja do agrado dos pilotos e equipas. Quero ainda deixar um especial agradecimento a todos os patrocinadores que têm colaborado connosco, permitindo que esta prova se tornasse realidade e que seja um grande cartaz de promoção para a modalidade e para o Alentejo”.

Foto: Oficial/A2 Comunicação

24 Horas de Fronteira Regressam no Próximo Fim de Semana

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É já este fim de semana que Fronteira volta a ser palco de uma das mais tradicionais e importantes provas do calendário nacional de todo o terreno, com mais uma edição das 24 Horas TT Vila de Fronteira, evento mundialmente famoso e que saiu do génio organizativo do ‘eterno’ José Megre.

Para esta edição de uma das corridas de todo o terreno mais duras do mundo estão inscritos 419 pilotos, entre os quais nomes importantes, não só de outras edições da prova como também do automobilismo nacional e internacional.

Em estreia no evento organizado pelo ACP, regista-se a presença de António Félix da Costa, piloto que milita no campeonato ABB Fórmula E e que nesta abordagem ao todo o terreno fará equipa com Tiago Monteiro e João Teixeira.

Mas são muitos mais os nomes importantes que não vão deixar de marcar presença neste evento, desde logo a família Andrade, vencedora desta prova o ano passado. Alexandre Andrade, Cédric Duplé, YannMorize e Alexandre Deaujon estarão em pista e tradicionalmente fazendo uso do número 22 no A. C. Nissan Proto.

Também presente na prova está Ricardo Porém, que antes de viajar para participar no Dakar irá ‘treinar’ na dura corrida alentejana, fazendo equipa com Laurent Poletti, Ronald Basso e Franck Cuisiner, aos comandos de um MMP Evo.

Referência ainda para Paulo Marques, Alexandre Ré, Hélder Oliveira e os manos Pedro e Manuel Mello Breyner, que em equipas distintas também não deixam de estar presentes nesta ‘clássica’ do todo o terreno, a nível nacional e internacional.

Inseridas no programa das 24 Horas TT Vila de Fronteira estarão também as 4 Horas SSV, prova que ao longo do tempo tem vindo a granjear popularidade e que conta com 86 pilotos inscritos para esta edição.

No programa do fim de semana, a sexta feira está reservada para os Treinos Livres e Cronometrados. No Sábado, as 4 Horas SSV disputam-se durante a manhã, estando a partida para as 24 Horas TT Vila de Fronteira agendada para as 14 horas.

Fotos: Oficiais

Vencedores do Dakar em 2019 Ansiosos Pelo Desafio na Arábia Saudita

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Nasser Al-Attiyah/Matthieu Baumel

O ano de 2020 abre as portas para um novo desafio no Rali Dakar. A mítica prova, que competiu durante 30 edições em solo africano, mudando-se depois para mais de uma década (11 edições) na América do Sul, inicia em janeiro mais uma aventura, desta feita tendo como palco a Arábia Saudita.

Na edição deste ano, realizada no Peru, com etapas em pisos de gravilha, terra e areia, quatro pilotos saborearam o champanhe da vitória, Nasser Al-Attiyah, Toby Price, Eduard Nikolaev e Chaleco Lopez.

Eduard Nikolaev

Na Arábia Saudita, o 30º país a receber a prova de todo o terreno mais dura e perigosa em todo o mundo, pilotos e equipas deverão esperar um rigoroso teste, através de longas etapas em areia e no deserto, para carros, camiões, motos, quads e SSV. Com início a 5 de janeiro em Jeddah e conclusão 12 dias depois em Al-Qiddiya, no entretanto serão percorridos 9000 km de duras especiais, em que a rapidez e capacidades de navegação serão constantemente exigidas às equipas, para que superem desafios na viagem entre o Mar Vermelho e Golfo da Arábia, em que dunas de mais de 250 metros de altura as separarão da linha de meta.

O Qatari, Nasser Al-Attiyah, com o francês Matthieu Baumel como navegador, vão defender a vitória obtida na edição passada (Perú), procurando manter a Toyota Hilux na frente de um pelotão muito competente e repleto de nomes que já venceram a prova, como Giniel De Villiers, Stéphane Peterhansel e ainda Carlos Sainz e o talentoso polaco, Kuba Przygonski.

“Ok, o local mudou mas o Dakar é sempre o Dakar”, disse Nasser Al-Attiyah. “Sei que será sempre uma prova muito dura. Estamos sempre a aprender, mesmo quando vencemos, o ano passado. É sempre possível continuar a aprender. Há muito bons pilotos presentes para esta edição da prova. A única forma de nos mantermos na frente é dar o nosso máximo a cada momento, todos os dias”.

Nos Camiões, o Team Kamaz Master vai tentar acrescentar às vitórias já conseguidas na prova, apostando numa forte equipa, encabeçada pelo vencedor em título, Eduard Nikolaev. no entanto, o russo terá que se impôr a adversários como Anton Shibalov, Andrey Karginov e Dmitry Sotnikov.

“O Dakar está a movimentar-se para um novo continente e estamos todos ansiosos pelo que nos espera”, disse Eduard Nikolaev. “Decerto será bastante imprevisível. Acho que o terreno deverá ser semelhante ao do Dakar em África – não tanto com a quantidade de altas dunas como no Perú, mas com muito terreno rochoso como em Marrocos. De qualquer forma, estamos preparados para uma prova dura”.

Após vencer na categoria SSV em 2019, o chileno ‘Chaleco’ Lopez regressa à prova para lutar pela vitória, tendo novamente a seu lado o compatriota Ignacio Casale. Entre os seus mais fortes adversários para a edição de 2020, merece destaque o piloto do Kuwait, Fahad Al Musallam.

‘Chaleco’ Lopez/Ignacio Casale
“Já fiz três pódios no Dakar, dois em motos e o ano passado no SSV”, disse ‘Chaleco’ Lopez. “Em 2020 as coisas vão ser diferentes, com uma nova geografia. No entanto, acho que a essência do Dakar vai-se manter inalterada”.

Nas motos, o australiano Toby Price terá em mãos uma tarefa extremamente dura, caso queira concretizar a sua terceira vitória consecutiva. Até porque os seus grandes rivais do momento, o britânico Sam Sunderland e o austríaco Matthias Walkner estarão também à partida em motos da equipa oficial Red Bull KTM, na tentativa de garantir algo sem precedentes, a 19ª vitória consecutiva.

Toby Price
“O objetivo para 2020 é o mesmo de sempre”, disse Toby Price. “Queremos sempre terminar no primeiro lugar em qualquer corrida que participemos, mas especialmente no Dakar. Existe também o objetivo de chegarmos ao fim do rali inteiros, saudáveis e em segurança”.

Fotos: Red Bull (Flavien Duhamel, Marcelo Maragni, Vytautas Dranginis, Kin Marcin)

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