A mais recente corrida de GTE no iRacing, disputada em Daytona International Speedway, foi tudo menos previsível. Num cenário marcado por temperaturas elevadas — com o asfalto a atingir os 37 graus — e níveis de humidade bastante elevados, as condições de aderência colocaram os pilotos à prova desde o primeiro momento.
A dificuldade foi amplificada pelas alterações introduzidas no mais recente update do simulador. O novo modelo de pneus trouxe uma maior sensibilidade ao comportamento do carro, especialmente em fases críticas como as travagens. O eixo traseiro tornou-se mais instável, obrigando a uma abordagem mais cautelosa e precisa.
Desde cedo, tornou-se evidente que esta não seria uma corrida decidida pela velocidade pura. Vários pilotos tiveram dificuldades em manter o controlo, com saídas de pista e erros frequentes, particularmente em zonas de travagem forte como o final da reta da meta.

Partindo da quarta posição após uma qualificação sólida, o início da corrida parecia promissor. No entanto, ainda na primeira volta, um erro levou à perda de várias posições, transformando o restante da prova numa corrida de recuperação.
Ao longo dos 45 minutos, a consistência revelou-se o fator mais determinante. Mais do que atacar constantemente, foi necessário gerir o ritmo, interpretar o comportamento do carro e aproveitar as oportunidades que surgiam.
Este tipo de corrida reforça uma ideia clara: nesta fase, a competição de GTE no iRacing está mais exigente do que nunca. O novo comportamento dos carros, aliado a condições adversas, cria um ambiente onde apenas os pilotos mais disciplinados conseguem manter-se competitivos.
Mais do que uma corrida, esta foi uma experiência que evidencia o quão desafiante e envolvente pode ser o sim racing ao mais alto nível.











































